Tarefas para hoje...

Por mais que lhe falem da tristeza... prossiga sorrindo.

Por mais que lhe demonstrem rancor... prossiga perdoando.

Por mais que lhe tragam decepções... prossiga confiando.

Por mais que o ameacem de fracasso... prossiga apostando na vitória.

Por mais que lhe apontem erros... prossiga com os seus acertos.

Por mais que discursem sobre a ingratidão... prossiga ajudando.

Por mais que noticiem a miséria... prossiga crendo na prosperidade.

Por mais que lhe mostrem destruições... prossiga na construção.

Por mais que lhe acenem doenças... prossiga vibrando saúde.

Por mais que exibam ignorância... prossiga exercitando sua inteligência.

Por mais que o assustem com a velhice... prossiga sentindo-se jovem.

Por mais que plantem o mal... prossiga semeando o bem.

Desconheço a autoria do texto.

O lápis...

O menino olhava a avó escrevendo uma carta. A certa altura, perguntou:
- Você está escrevendo uma história?
A avó parou a carta, sorriu, e comentou com o neto:
- Estou escrevendo sobre você, é verdade. Entretanto, mais importante do que as palavras, é o lápis que estou usando. Gostaria que você fosse como ele, quando crescesse.
O menino olhou para o lápis, intrigado, e não viu nada de especial.
- Mas ele é igual a todos os lápis que vi em minha vida!
- Tudo depende do modo como você olha as coisas. Há cinco qualidades nele que, se você conseguir mantê-las, será sempre uma pessoa em paz com o mundo.

Primeira qualidade: você pode fazer grandes coisas, mas não deve esquecer nunca que existe uma mão que guia seus passos. Esta mão que podemos chamar de Deus, deve sempre conduzi-lo em direção à sua vontade.

Segunda: de vez em quando, eu preciso parar o que estou escrevendo, e usar o apontador. Isso faz com que o lápis sofra um pouco. Mas, no final, ele estará mais afiado. Portanto, saiba suportar algumas dores, porque elas o farão ser uma pessoa melhor.

Terceira: o lápis é companheiro da borracha para apagar o que estava errado. Entenda que corrigir uma coisa não é necessariamente algo ruim...

Quarta: o que realmente importa no lápis não é a madeira ou sua forma exterior, mas o grafite que está dentro. Portanto, sempre cuide daquilo que acontece dentro de você.

Quinta: o lápis sempre deixa uma marca...

Portanto, lembre-se: tudo o que você fizer na vida, irá deixar traços...
Por isso, procure ser consciente de cada ação e que os seus desenhos sejam lindos!

Feliz, feliz, feliz!

Hoje é meu aniversário!


Estou muito feliz hoje porque completo 25 anos desde meu nascimento e estou grata a Deus por tudo que ele fez e faz por mim por todos esses anos, pelo cuidado e proteção, por minha família, meus amigos, meu trabalho, tudo que Deus permite que eu faça em meus dias!

Agradeço a Deus a oportunidade de estar na net dividindo este espaço e este momento com amigos, muitas vezes 'desconhecidos' , mas que nos trazem tanto carinho e alegria.

Obrigada a todos os amigos que acompanham meus blogs:
e o mais novo:

Que possamos ser amigos sempre, continuemos nos 'visitando' nesse espaço virtual e contem comigo no que eu puder ajudar.
Beijos a todos!


Obs: Fiz este post padrão e coloquei nos três blogs.

Hinário Adventista - Pr. Otimar Gonçalves

O HINÁRIO ADVENTISTA É PARA OS JOVENS DA IGREJA
Pastor Otimar Gonçalves/2009


Cantar os hinos do Hinário Adventista é celebrar os extraordinários feitos do passado. É relembrar as histórias de lutas e desafios dos nossos pioneiros. È firmar parte de nossa histórica herança de fé cristã escrita com oração e muita dedicação por parte de nossos heróis do passado. Agora, o grande desafio é voltar a cantar os nossos hinos em reuniões de juvenis, jovens e adultos. Penso que ao deixarmos de cantar os hinos do Hinário estamos dizendo que o passado tem pouca importância.



O Hinário Precisa Voltar Com Força Total

O que deve ser o Hinário para nossa juventude na atualidade? Comparo a um diamante que está perdendo o brilho sutilmente. Por quê? Porque tem sido usado muito pouco em reuniões espirituais, em nossas reuniões e cultos para jovens e juvenis. Vejo que os jovens, na maioria das vezes, só querem cantar com o uso de projetores e computadores. Acho que estamos formando uma nova geração, absolutamente dependente das maquinas como nunca.



É Imperioso Usar a Capacidade Imaginativa

Percebo que, aos poucos, estamos perdendo nossa capacidade imaginativa e reflexiva na hora da adoração a Deus. Alguns irmãos já não levam mais o Hinário Adventista para a igreja, afinal os hinos serão projetados num lindo telão super colorido e todos poderão cantar fazendo uso da mais avançada multimídia mundial. Isso não é de todo ruim, só que tem que haver equilíbrio no uso da multimídia em nossas igrejas e eventos. O que ocorre na hora do louvor é que estamos olhando, na maioria das vezes, mais as paisagens, as imagens, o lindo colorido do que a própria letra da música que estamos cantando. Assim a música perde um pouco sua eficácia de fixar a verdade em nossa mente.

Enterro do Não Consigo...

Esta história foi contada por Chick Moorman, e aconteceu numa escola primária do estado de Michigan, Estados Unidos.

Ele era supervisor e incentivador dos treinamentos que ali eram realizados e um dia viveu uma experiência muito instrutiva, conforme ele mesmo narrou:

Tomei um lugar vazio no fundo da sala e assisti. Todos os alunos estavam trabalhando numa tarefa, preenchendo uma folha de caderno com ideias e pensamentos.

Uma aluna de dez anos, mais próxima de mim, estava enchendo a folha de "não consigo".

"Não consigo chutar a bola de futebol além da segunda base."
"Não consigo fazer divisões longas com mais de três números."
"Não consigo fazer com que a Debbie goste de mim."

Caminhei pela sala e notei que todos estavam escrevendo o que não conseguiam fazer.
"Não consigo fazer dez flexões."
"Não consigo comer um biscoito só."

A esta altura, a atividade despertara minha curiosidade, e decidi verificar com a professora o que estava acontecendo e percebi que ela também estava ocupada escrevendo uma lista de "não consigo".

Frustrado em meus esforços em determinar porque os alunos estavam trabalhando com negativas, em vez de escrever frases positivas, voltei para o meu lugar e continuei minhas observações. Os estudantes escreveram por mais dez minutos. A maioria encheu sua página. Alguns começaram outra.

Depois de algum tempo os alunos foram instruídos a dobrar as folhas ao meio e colocá-las numa caixa de sapatos, vazia, que estava sobre a mesa da professora.

Quando todos os alunos haviam colocado as folhas na caixa, Donna acrescentou as suas, tampou a caixa, colocou-a embaixo do braço e saiu pela porta do corredor. Os alunos a seguiram. E eu segui os alunos. Logo à frente a professora entrou na sala do zelador e saiu com uma pá.

Depois seguiu para o pátio da escola, conduzindo os alunos até o canto mais distante do playground. Ali começaram a cavar. Iam enterrar seus "não consigo"!

Quando a escavação terminou, a caixa de "não consigo" foi depositada no fundo e rapidamente coberta com terra. Trinta e uma crianças de dez e onze anos permaneceram de pé, em torno da sepultura recém cavada.

Donna então proferiu louvores.

"Amigos, estamos hoje aqui reunidos para honrar a memória do 'não consigo'. Enquanto esteve conosco aqui na Terra, ele tocou as vidas de todos nós, de alguns mais do que de outros. Seu nome, infelizmente, foi mencionado em cada instituição pública -escolas, prefeituras, assembleias legislativas e até mesmo na casa branca. Providenciamos um local para o seu descanso final e uma lápide que contém seu epitáfio. Ele vive na memória de seus irmãos e irmãs 'eu consigo', 'eu vou' e 'eu vou imediatamente'. Que 'não consigo' possa descansar em paz e que todos os presentes possam retomar suas vidas e ir em frente na sua ausência. Amém."

Ao escutar as orações entendi que aqueles alunos jamais esqueceriam a lição.

A atividade era simbólica: uma metáfora da vida. O "não consigo" estava enterrado para sempre. Logo após, a sábia professora encaminhou os alunos de volta à classe e promoveu uma festa. Como parte da celebração, Donna recortou uma grande lápide de papelão e escreveu as palavras "não consigo" no topo, "descanse em paz" no centro, e a data embaixo. A lápide de papel ficou pendurada na sala de aula de Donna durante o resto do ano.

Nas raras ocasiões em que um aluno se esquecia e dizia "não consigo", Donna simplesmente apontava o cartaz descanse em paz. O aluno então se lembrava que "não consigo" estava morto e reformulava a frase.

Eu não era aluno de Donna. Ela era minha aluna. Ainda assim, naquele dia aprendi uma lição duradoura com ela. Agora, anos depois, sempre que ouço a frase "não consigo", vejo imagens daquele funeral da quarta série.

Como os alunos, eu também me lembro de que "não consigo" está morto.


Imagem daqui...
Livro Canja de Galinha para a alma - Jack Canfield & Mark Victor Hansen

Desde que ouvi essa mensagem pela primeira vez, fiquei muito tocada com ela. Mas não fez diferença na minha vida.
Essa semana quando a encontrei novamente ela teve uma influência incrível em mim. Enterro hoje o Não Consigo e sigo em frente minha vida sem ele. E essa é a primeira perda em que creio que me tornará mais feliz e realizada. Lembre-se que o Não Consigo está morto e siga sua vida sem ele.
Abraços carinhos e bom restinho de semana!